O Deus acessível

Publicado: 10/04/2013 em Comunidade, Missão
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Quero lhe apresentar meu amigo João. João acredita que Deus existe. Ele só não acha que conhecer a Deus seja tão complicado quanto lhe disseram. Ele ouviu que a “igreja” é o lugar no qual podemos encontrar Deus. Mas João não está muito interessado em ir à igreja. Lá você tem que ficar parado. Cantar. Ouvir um sermão. Vestir-se bem. Tem que se comportar de determinada maneira. Você não tem a chance de interagir, fazer perguntas ou contribuir com suas próprias ideias. Você não pode ser você mesmo.

Mas pense comigo. Jesus foi a manifestação visível do Deus invisível. Ele era o Deus acessível. Jesus não se escondeu em um edifício, atrás de um diploma ou dentro de um ritual. Ele veio para onde estávamos. Viveu uma vida humana. Interagiu com todo tipo de pessoa, de todas as origens. Ele se encontrava com as pessoas face a face. Ele as envolvia em diálogos pessoais. Claro, às vezes Ele pregou para grandes multidões, mas esta não era a sua principal estratégia.

Em Jesus, Deus se fez completamente acessível. Ele rasgou a cortina do templo. Ele se fez sacrifício para acabar com todos os sacrifícios. Removeu todos os obstáculos entre si e a humanidade.

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Seria impossível ser mais acessível do que isso.

Será que estamos apenas levando o evangelho a pessoas que gostam de cantar hinos e de ouvir sermões? Não podemos tornar mais fácil para as pessoas conhecerem a Deus – esse Deus profundamente relacional – em nossas igrejas? Talvez pudéssemos começar a ter encontros mais pessoais. Permitir a interação e o diálogo. Incentivar as pessoas a fazer perguntas, contribuir com suas ideias e ouvir um ao outro. Deixar as pessoas serem elas mesmas.

Isso pode não se parecer muito com a ideia comum de “igreja”, mas assim talvez João (e muitos outros) pudesse finalmente encontrar o Deus acessível.

Kathleen Ward, Church in a Circle.

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Os exemplos bíblicos, bem como as realidades da pós-modernidade, mostram que devemos nos mover de uma missão centralizada na igreja para uma igreja centralizada na missão. A igreja não é o alvo da missão, mas o instrumento por meio do qual a missão pode ser cumprida. – Jon Paulien, Everlasting Gospel, Ever-changing World: Introducing Jesus to a Skeptical Generation (Boise, ID: Pacific Press, 2008), p. 126.

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