Comunidade do amor

Publicado: 13/02/2013 em Comunidade, Missão, Pós-modernismo
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Os pós-modernos estão profundamente interessados em fé e espiritualidade, mas a maioria não possui absolutamente nenhum interesse em “religião”. Por religião eu me refiro a formas, estruturas, instituições e rituais através dos quais os que creem em Deus organizaram o que acreditam ser a obra de Deus na Terra. […] A igreja é um dos últimos lugares nos quais os pós-modernos esperariam encontrar espiritualidade. […]

Para eles, a atmosfera de comunidade é muito mais importante do que os ensinos e os costumes de uma igreja. […] Eles esperam pertencer antes que estejam dispostos a explorar em que podem acreditar. – Jon Paulien, Everlasting Gospel, Ever-changing World: Introducing Jesus to a Skeptical Generation (Boise, ID: Pacific Press, 2008), p. 70-71, 130.

O relacionamento com Deus é pessoal, a peregrinação cristã é comunitária e, no Evangelho de Cristo, nada, absolutamente nada, é individual. O Reino de Deus existe sob o “Pai nosso”, no qual se partilha o pão nosso. Para uma sociedade chafurdada no egoísmo e trancafiada atrás de grades, guardas e sistemas eletrônicos de segurança, a Igreja deve se apresentar como ambiente fraterno, de acolhimento e reconciliação, lugar de restauração e solidariedade, onde Deus é visto na face do irmão e do próximo. – Ed René Kivitz, Outra espiritualidade: fé, graça e resistência (São Paulo: Mundo Cristão, 2006), p. 37.

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comentários
  1. Em suma, a igreja que o pós-moderno busca é menos dogmática e mais comunitária?

    “Os pós-modernos estão profundamente interessados em fé e espiritualidade[…]” Concordo por inteiro com a afirmativa; Tanto é verdade que há um crescimento significativo do espiritualismo, e de formas alternativas à religião tradicional/formal. Vê-se nisso a fuga do dogmatismo e a busca do senso de comunidade(ou inovação? rs). Muitos há que pela imagem opressiva que fazem da igreja(e que esta pode passar) possuem desinteresse completo na participação direta através de cultos e reuniões.

    Por isso, creio mais no “poder” dos Pequenos Grupos no contexto pós-moderno e menos na “igreja formal”.

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